Mackenzie - Feira de carreiras 2025
Areco na Feira de Carreiras do Mackenzie 2025
Feiras de carreira são frequentemente reduzidas a uma troca de currículos. Na prática, são bem mais do que isso. Segundo levantamento da National Association of Colleges and Employers (NACE), cerca de 70% dos universitários consideram esses eventos a principal fonte de informação direta sobre o mercado. É o lugar onde a empresa deixa de ser um logotipo na internet e passa a ser um grupo de pessoas com quem se pode olhar nos olhos, perguntar e discordar.
Para nós, da Areco, estar presente em um evento, como o do Mackenzie, cumpre funções que se sustentam mutuamente.
- Aproximação com talentos no início da trajetória. A formação de uma equipe que sustenta operações começa anos antes, quando o estudante ainda está escolhendo em que tipo de empresa quer trabalhar;
- Devolução à comunidade que nos forma. Boa parte de quem constrói a Areco hoje passou por universidades parecidas. Voltar a esses espaços é uma forma de manter o ciclo girando.
O que levamos para a conversa: gestão e empreendedorismo na prática
Em vez de discursos sobre carreira, escolhemos abrir pontos que fazem parte da rotina da Areco e costumam aparecer pouco na sala de aula e muito no primeiro emprego.
1. Gestão é, antes de tudo, sobre clareza
Um dos pontos que mais geraram conversa no estande foi simples: gestão é sobre conseguir enxergar o que está acontecendo. Estudos do MIT Sloan Management Review mostram que empresas orientadas por dados são, em média, 5% mais produtivas e 6% mais lucrativas do que suas concorrentes. O número impressiona, mas o que ele diz é ainda mais importante: quem decide com clareza, decide melhor.
E clareza, nesse contexto é uma consequência de pessoas, processos e sistemas. Os três precisam andar juntos.
2. Empreender não é, necessariamente, abrir uma empresa
Há uma confusão saudável que vale desfazer cedo: empreendedorismo não é sinônimo de empreender por conta própria. Trabalhar dentro de empresas que se comportam como empreendedoras, que decidem rápido, que assumem responsabilidade, que crescem sem perder o eixo.
Essa é a postura que a gente busca cultivar internamente. E é essa a postura que procuramos identificar em quem entra.
3. A tecnologia muda, o critério permanece
Conversamos bastante com formandos sobre o ritmo com que as ferramentas mudam. Inteligência artificial, automação, novas linguagens de programação. Como o economista Herbert Simon escreveu ainda em 1971, "uma abundância de informação cria uma escassez de atenção". Cinquenta anos depois, a frase virou diagnóstico da nossa rotina profissional.
Saber filtrar, priorizar e decidir continua sendo a habilidade mais escassa e é essencial para quem domina a tecnologia.








